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Brasil dá vexame, perde com goleada histórica para a Alemanha e deixa escapar o sonho do Hexa

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Faltam palavras para descrever o que foi o dia 08 de julho de 2014 para os torcedores brasileiros. De forma histórica, a Seleção Brasileira perdeu para a Alemanha por 7 a 1, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG). O jogo valia pela semifinal da Copa do Mundo 2014. A derrota colocou fim ao sonho de se jogar uma final de Copa do Mundo, em casa, no Maracanã, 64 anos depois.

Mais uma vez, acordamos ansiosos, arrumamos a casa, acertamos a decoração, reunimos os amigos e torcemos. Mas como torcer por um time que apenas jogou os nove primeiros minutos? Para um time que deixou o adversário fazer o que quis? Do sonho, ao inferno. Da felicidade, à tristeza. De candidato a maior do mundo, ao pior jogo da Copa, ao pior jogo de todas as Copas.

Hoje a imagem não é da Seleção Brasileira e sim dos Alemães que derrotaram o Brasil de forma histórica na semifinal da Copa do Mundo 2014 (Imagem: FIFA)

Hoje a imagem não é da Seleção Brasileira e sim dos Alemães que derrotaram o Brasil de forma histórica na semifinal da Copa do Mundo 2014 (Imagem: FIFA)

O Brasil perde de forma catastrófica e põe fim a festa do Hexacampeonato. Seguimos em frente, em busca do 3º lugar. Mas deixamos para trás uma marca histórica, feia e de certa forma, inaceitável. Estes jogadores da família Scolari tentaram, mas não foram capazes de honrar a camisa verde amarela. Não porque perderam o jogo, mas sim por não terem sido, de fato, jogadores. Surra, chocolate, goleada, massacre, vexame, decepção, fica a cargo de você, caro leitor, a escolha de qual palavra usar para representar este, que é, para muitos, o pior momento do esporte brasileiro, na história.

Fases do jogo. A seleção jogou por nove minutos. Foi o tempo que a Alemanha demorou para descobrir que não teria adversário na semifinal da Copa do Mundo. Quando Thomas Müller, livre dentro da área em escanteio, tocou para o gol, ficou claro que a seleção brasileira não seria capaz de parar ninguém que conseguisse entrar em sua área. Foi simbólico: o principal artilheiro do rival livre, sozinho, no local mais perigoso de um campo. Treze minutos depois, quando Klose pegou rebote de seu próprio chute, e nenhum defensor brasileiro esboçou reação, começava a maior goleada sofrida pelo Brasil na história, e os seis minutos mais desesperadores do futebol brasileiro em todos os tempos.

Daquele gol de Klose ao de Khedira, aos 29 minutos, por quatro vezes a Alemanha conseguiu entrar na área brasileira e tocar para o gol de Júlio César sem dificuldade alguma. Toni Kroos fez os outros dois, para pela primeira vez em Copas o Brasil levar cinco gols no primeiro tempo de um jogo.

Deste ponto até o intervalo, era como se o jogo já tivesse acabado. A Alemanha voltou a tocar a bola em velocidade, como havia feito nos cinco jogos anteriores da Copa, e o Brasil não sabia o que fazer. Como parar aquele time que entrava para a história? Não com a apatia dos jogadores em campo. Não com Bernard, que substituiu muito mal a Neymar. Não com a defesa, completamente perdida sem seu capitão Thiago Silva – não que sua presença fosse mudar algo.No segundo tempo, mais dois, como se brincasse, com Schürrle. Sem dificuldades, a Alemanha desperdiçou chances como se não quisesse marcar. Aos 45 minutos, Oscar fez o que chama de “gol de honra”. Talvez a única palavra que não possa ser usada para descrever o que o Brasil teve nesta terça.

Trecho do post ‘Fases do Jogo’ extraído do site UOl. Originalmente, aqui.
A repercussão na imprensa nacional e internacional!

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